O Conselho Oleícola Internacional defendeu a necessidade de financiamento comunitário para o desenvolvimento de campanhas de promoção do sector, de forma a enfrentar o futuro com «perspectivas optimistas».
Depois de uma queda de preços derivada de estimativas erróneas da produção, no início da campanha, associada a uma quebra no consumo – essencialmente ao nível das exportações a granel para países não produtores -, a principal preocupação do sector da olivicultura e azeite é recuperar a parte do mercado que se tenha, eventualmente, perdido por efeito do comportamento dos preços. A aposta agora, conforme se lê no Diário Digital Agrário, são os mercados do sudeste asiático, onde já se promove o azeite.